junho 06, 2009

EXPOSIÇÃO AMÁLIA RODRIGUES – 10º ANIVERSÁRIO

Dias: 5 a 15 de Junho
Horas: 15.00-22.00.
Local: Fanfarra Operária GAGO Coutinho e Sacadura Cabral
Angra do Heroísmo Ilha Terceira

Conferência “PERCURSOS DO FADO” –
Prof. Dr. Rui Vieira Nery
Dia: 5
Hora: 19.00
Local: Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral
Angra do Heroísmo Ilha Terceira

Concerto com Joana Amendoeira (Fadista)
Dia: 5
Hora: 21.00
Local: Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral
Angra do Heroísmo, Terceira

Dias: 19 a 29 de Junho
Horas: 2ª a 6ª - 10.00-12.30/ 14.00-17.30 _ Sáb./Dom. 10.00-12.30
Local: Museu do Vinho
Ilha do Pico

Concerto com Joana Amendoeira (Fadista)
Dia: 19
Hora: 21.00
Local: Museu do Vinho
Ilha do Pico

No site do Governo dos Açores pode ler-se a seguinte descrição:

A directora regional da Cultura, Gabriela Canavilhas, assina segunda-feira, em Lisboa, um protocolo de cooperação entre o Governo Regional e a Fundação Amália Rodrigues que permitirá a organização de uma exposição itinerante dedicada à fadista que vai percorrer cinco das ilhas dos Açores, de 8 de Maio e 6 de Julho.

A mostra, realizada no âmbito da temporada MusicAtlântico para assinalar a passagem do 10º aniversário da morte de Amália Rodrigues, vai integrar peças do acervo pessoal de Amália (trajes de palco, fotografias, quadros, prémios e, até, o rascunho manuscrito de uma carta dirigida a Vitorino Nemésio) que poderão ser apreciados pelo povo açoriano.

Em complemento à exposição vão realizar-se vários concertos e palestras que contarão com a participação do musicólogo Rui Vieira Nery, do músico António Eustáquio e da fadista Joana Amendoeira, (Prémio Revelação 2009).

Na ilha de Santa Maria, a exposição estará patente ao público na Igreja das Vitórias, em Vila do Porto, com inauguração, pelas 18 horas, do dia 8 de Maio e poderá ser apreciada todos os dias, das 10 às 12:30 horas e das 14 às 17:30 horas, até ao dia 15 de Maio. No dia da inauguração, pelas 21 horas, terá lugar um concerto-palestra subordinado ao título “A guitarra e o guitolão”, por António Eustáquio.

Em São Miguel, a iniciativa terá como entidade acolhedora a Academia das Artes, em Ponta Delgada, com inauguração marcada para 18 de Maio, pelas 18:30 horas. Nesse mesmo dia terá lugar a conferência “Percursos do Fado” proferida por Rui Vieira Nery, seguida de concerto pela fadista Joana Amendoeira. A exposição poderá ser apreciada até 30 de Maio, nos dias úteis, das 14 às 19 horas, e aos sábados, das 9:30 às 13 horas.

Na ilha Terceira, a exposição estará patente no edifício sede da Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral, entre 5 e 15 de Junho, num horário diário das 15 às 22 horas. À inauguração, que ocorrerá pelas 18 horas, associa-se a conferência “Percursos do Fado” proferida por Rui Vieira Nery, a que se seguirá um concerto pela fadista Joana Amendoeira.

A ilha do Pico recebe “Amália” no espaço do Museu do Vinho, na Madalena. A exposição estará patente ao público entre 19 e 28 de Junho, nos dias úteis, das 10 às 12:30 horas e das 14 às 17:30 horas. Ao fim de semana, o horário de visita será das 10 às 12:30 horas. A inauguração, marcada para as 18 horas, do dia 19, contará com a presença, em concerto, da fadista Joana Amendoeira.

A ilha do Corvo acolherá a iniciativa no espaço do Centro Cultural e Ambiental, de 3 a 6 de Julho. Após a inauguração, prevista para as 18 horas, seguir-se-á a conferência-palestra de António Eustáquio, intitulada “A guitarra e o guitolão”.

Visitem....

Carla Soares

EDITADO:

Ao que parece o site do Governo Regional, imaginem só, tem a informação errada. Parece que a exposição está no Museu de angra do Heroísmo. Peço desculpa pela troca de informação, mas não adivinho que os órgãos da mais alta importância, fossem tão desorganizados.

Cantinho ocupado por Ofeliazinha em Cantinho das Artes às 02:23 AM com 625 palavras
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maio 22, 2009

Exposição de Gravura de José Pedro Croft

Dando continuidade ao seu projecto no domínio das artes visuais, o IAC-Instituto Açoriano de Cultura inaugura na próxima sexta-feira, dia 22 de Maio, pelas 18h00, uma exposição de gravura de José Pedro Croft, na Galeria dos Arcos do Palácio dos Capitães Generais.

Segundo o Presidente da Direcção do IAC, Paulo Vilela Raimundo, parafraseando Jorge Molder diria que “se o mundo fosse completamente perfeito ou completamente imperfeito talvez não sentíssemos grande falta de obras como as de José Pedro Croft.” Assim, o desafio proposto pela sua obra, resulta do conflito provocado entre diversas disciplinas (pintura, escultura, arquitectura…), na interpretação do nosso imaginário civilizacional, onde o artista se liberta de tudo o que considera acessório, na interpretação do mundo que o rodeia.

Este exercício de reflexão colectiva, enquadra-se perfeitamente no projecto cultural que o Instituto Açoriano de Cultura se propõe desenvolver. Onde, a par da divulgação da obra de um conceituado artista contemporâneo, se força a discussão de temas que nos são tão caros, como arte e contemporaneidade.

José Croft, um dos mais conceituados artistas contemporâneos, nasceu no Porto em 1957, sendo que actualmente vive e trabalha na cidade de Lisboa. Efectuou os estudos na Escola Superior de Belas Artes da mesma cidade, tendo também trabalhado com o escultor José Cutileiro.

Os seus trabalhos compreendem sobretudo o desenho, a gravura e a escultura e constam de algumas das mais importantes colecções públicas e privadas internacionais. Expõe regularmente desde 1981. Está representado nas colecções do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Fundação de Serralves, Ministério da Cultura (Portugal), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Espanha), Fundação Berardo (Portugal), Fundação Ellipse (Portugal), Banco de España, Banco Central Europeu, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), Sammlung Albertina (Áustria).

Esta exposição, que contará com a presença do artista no dia da inauguração, estará patente ao público até ao próximo dia 28 de Junho e poderá ser visitada de 2ª feira a sábado das 10h00 às 18h00 e ao Domingo 14h00 às 18h00 e estará encerrada à 3ª feira.

Para mais informações vá a www.iac-azores.org

Carla Soares

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novembro 10, 2007

Historial dos Da Weasel

Da WeaselSurgem em meados de 1993 com um projecto inglês e em formato experimental. O grupo era compostos por Pac, Armando, Jay Jay Neige e Yen Sung.
Um ano depois lançam o EP “More Than 30 Mothers F***s”.

Em menos de um ano editam o seu primeiro álbum intitulado “Dou-lhe com a Alma” que vem a ser a primeira gravação de hip-hop de uma banda portuguesa. Onde é feita a transição para o português como língua predominante. Aqui juntam-se à restante equipa, Pedro Quaresma e Guilherme Silva. No entretanto Yen Sung deixa a formação e surge Virgul.

O álbum “3º Capitulo” chega em 1997, transformando um dos temas que o compõem, “Todagente” num dos hinos do grupo.
Depois de se fazerem à estrada, surge em 1998 a reedição deste álbum, com algumas novidades como um CD extra de remixes com quatro os temas, “Dúia”, “Pregos”, “Casos de Polícia” e “Para a Nóia”.
Neste mesmo ano, participam nos projectos “Teio Beat” uma colectânea produzida por Mário Caldato com o tema “Produto Habitual”, e “XX Anos, XX Bandas” – Disco de Tributo aos Xutos e Pontapés -, com o tema “Esquadrão da Morte”.

Em Setembro de 1999 surge novo álbum, desta feita “Iniciação a uma vida banal – o Manual”. Disco aclamado e que marca alguns dos “clássicos” do grupo, como “Outro Nível” ou “Lest´s Go” como muitos o conhecem. Com este álbum os Da Weasel dão início a uma digressão que conhece o seu ponto mais alto, no Pavilhão Atlântico, onde abram a primeira parte do concerto dos Red Hot Chili Peppers (Novembro de 1999).

Os dois primeiros galardões de prata (hoje Dupla Platina) surgem em Agosto de 2000 e são atribuídos aos dois últimos álbuns do grupo, “3º Capítulo” e “Iniciação a uma vida banal – o Manual”. De destacar ainda neste mesmo ano a participação no álbum de tributo ao “ar de Rock” de Rui Veloso – “20 anos depois – Ar de Rock” – com o tema “Miúda (fora de mim)”
Da Weasel Grupo

Em 2004 o grupo trabalha na pé-produção do disco que se viria a chamar “Re-Definições”. Álbum que passa por reuniões em casa do guitarrista Quaresma, por um estúdio no Algarve, pelso estúdios da Valentim de Carvalho em Paços de Arcos e finalmente por Londres onde em Abril o álbum é masterizado.

Já em 2005 o “Re-Definições” é dupla platina, o grupo vence o Prémio Best Portuguese Act da MTV, assim como 2 Globos de Ouro (Melhor Grupo e Melhor Canção do Ano), entre muitos outros prémios.

Em 2006 os Da Weasel seguem na estrada com dezenas de concertos por todo o país, nomeadamente no Rock in Rio Lisboa e na Torre de Belém com a orquestra (“Da Weasel goes Symphonic”).
Neste ano iniciam também os trabalhos do novo álbum de originais.

Carla Soares

Cantinho ocupado por Ofeliazinha em Cantinho das Artes às 02:59 AM com 465 palavras
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